O canto do Corvo
Malkavian Sabah
Desmaia de
pálido prazer sentido!
Eu vigio teu dormir em plumas,
Meu canto ecoa grave
pelas ruas
Até chegar sereno ao teu ouvido.
E em ti, santo e fiel
castigo,
Vejo toda a natureza em trevas
E também vi em ti as mais
belas
Poesias novas de um futuro antigo...
Sou ave negra e só me
confesso
Digo que desejo teu carinho,
Mas depois, por medo, me
despeço
E no ar procuro encontrar um ninho...
Para descansar um certo
olhar disperso
De quem enlouqueceu cedo ...
sozinho...